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Revista Pátio

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Agosto / Outubro – 2017

Pátio Ensino Fundamental

Pátio EF

CAPA
Novas construções sociais de aprendizagem – p.06
Escolas são pessoas, que aprendem umas com as outras, mediatizadas pelo mundo, em múltiplos espaços, nos quais o educador ético não prepara indivíduos para, mas constrói sistemas sociais com.
Lições da Coreia do Sul para a educação do Brasil – p.10
O que seria da nossa educação se os brasileiros vigiassem as escolas como fazem com a seleção de futebol? Um técnico não sobrevive a uma derrota vergonhosa. Em contraste, autoridades incompetentes eternizam-se na educação.
A educação e seus atores na sociedade – p.14
Elevar o nível educacional de uma sociedade requer não apenas melhorar a qualidade do sistema educacional, mas também da educação proporcionada em casa, nos meios de comunicação e na política.
ENTREVISTA – p. 18
A educação como prioridade de todos
O movimento Todos pela Educação tem como missão engajar o poder público e a sociedade brasileira no compromisso pela efetiva do direito das crianças e jovens a uma educação básica de qualidade.
COTIDIANO
O que a escola tem a ver com a cultura do estrupo – p.22
Após um incidente envolvendo uma situação de assédio entre dois alunos do 5º ano, a professora levou a discussão da violência contra as mulheres para a sala de aula, com resultados positivos.
A arte na escola e a escola na arte – p.26
O projeto Fazendo arte na escola promoveu um diálogo diferenciado, aprofundado e transdisciplinar com a arte em suas diferentes manifestações no currículo escolar.
PANORAMA – p.30
Engajamento que dá retorno
Criar uma cultura de participação dos pais pode ser um importante fator para promover melhorias na escola.
PSICOLOGIA – p. 34
Família de crianças em situação de vulnerabilidade social
Investir nas famílias é uma estratégia de fortalecimento da sociedade. Quanto mais famílias conseguirem se organizar e auxiliar o bom desenvolvimento das crianças e adolescente, mais reflexos positivos isso poderá ter na sociedade de modo geral.
CURRÍCULO VIVO – p.38
Uma escola feita por todos
Empresas, cidadãos, entidades do terceiro setor e órgãos públicos podem ser aliados poderosos na melhoria da qualidade da educação e da vida de toda a comunidade.
ENFOQUE – p.44
A educação familiar é tão essencial quanto a da escola
Tanto o Estado quanto o restante da sociedade têm subestimado a importância da educação dos pais e demais envolvidos na formação da criança fora da escola.

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Junho / Agosto – 2017

Pátio Ensino Médio, Profissional e Tecnológico

Pátio EM

CAPA
Não é fácil ser professor no Brasil – p.06
Hoje permanecemos na carreira docente os abnegados e muitos que não encontraram outras alternativas profissionais.
Se pensam que a educação não é fundamental, experimentem a ignorância – p.10
Enquanto não se reconhecer o valor fundamental da educação, não se proporcionar as melhores formações iniciais e continuadas e não se oferecer condições de trabalho adequadas aos professores, continuaremos pagando o preço da ignorância.
Os professores entre o risco, a insegurança e a incerteza – p.14
Fatores como o impacto das reformas, as relações com os alunos e suas famílias condicionam de maneira significativa as trajetórias profissionais.
ENTREVISTA – p. 18
Cooperação e participação para transformar a escola
Professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, António Nóvoa é muito conhecido no Brasil, onde tem lecionado e atuado em consultorias, palestras e outras atividades acadêmicas.
COTIDIANO – p.22
Autoria e autonomia em uma oficina de criação de canções
Alunos do ensino médio do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, vivenciaram a experiência de se tornar compositores em um processo de produção coletiva de conhecimento.
ENFOQUE – p.26
As tecnologias digitais e os professores de matemática
Ao se perceberem sujeitos imersos na cultura digital, os professores são capazes de compreendê-la e orientá-la para criar espaços de aprendizagem propícios ao desenvolvimento dos alunos em todas as suas dimensões.
PROFISSÃO – p.30
O futuro é agora
Estudos mostram que muitas profissões atuais tendem a desaparecer em um futuro próximo, enquanto outras que ainda nem existem estarão em alta. A escola precisa estar atenta para essas mudanças se quiser preparar os jovens para o novo cenário profissional.
SALA DOS PROFESSORES – p.34
A natureza tutorial da função docente
Mais do que ensinar conteúdos disciplinares, professores ensinam e ajudam as pessoas a se educarem e a se construírem como sujeitos autônomos singulares.
CONTEXTO – p.38
Corrida pelo aprimoramento
Garantida por lei e presente nas metas do Plano Nacional de educação, a formação continuada ainda enfrenta entraves que dificultam o desenvolvimento profissional dos docentes.
PSI – p. 44
Por que não somos racionais
As decisões que tomamos cotidianamente podem ter uma influência enorme na direção de nossas vidas, por isso é importante que saibamos como aprimorá-las cada vez mais.

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Julho / Setembro – 2017

Pátio Educação Infantil

Pátio ED

CAPA
Pluralismo religioso e cultural contemporânea – p.04
A racionalidade de uma visão de mundo, seja ela religiosa ou ateísta, é essencial para saber se as pessoas devem aceitá-la, praticá-la e considerá-la respeitável em comparação com outras.
Estado laico e ensino religioso – p.08
O ensino religioso pode contribuir para a redução de conflitos e preconceitos, bem como permitir aos indivíduos tornarem-se livres para fazer escolhas no campo da religião.
Conversas com crianças de candomblé – p.12
Conhecer o candomblé não é apenas conhecer uma religião, mas também buscar um reencontro com nossa própria história e com muitos conhecimentos que dela foram subtraídos.
ENTREVISTA – p.16
Tolerância, respeito e solidariedade para construir a paz
Nesta entrevista, a professora Roseli Fischmann, doutora em Filosofia e História da Educação, coordenadora e professora titular do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo e professora sênior da Universidade de São Paulo (USP), analisa as relações entre escola, religião e laicidade e fala sobre a necessidade de mudança na convivência entre pessoas de diferentes religiões.
CIRANDA – p.20
muito o que aprender do lado de fora
As escolas de educação infantil da região norte-americana do Vale do Silício apresentam surpresas que vão desde a paisagem até a riqueza dos materias oferecidos às crianças.
CENÁRIO – p.28
Em nome de Deus e da educação
Prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), as escolas confessionais vinculam-se a diferentes religiões, mas estão abertas a estudantes de qualquer crença. Conheça algumas instituições e saiba como seus valores e rituais fazem parte do cotidiano pedagógico.
DIA A DIA
Conhecer para não repetir – p.32
Um projeto de resgate da história do patrono, desenvolvido na Escola Municipal de Ensino Infantil Manoel Fiel Filho, em São Paulo, mostrou a importância de abordar história, política e direitos humanos com crianças pequenas.
Uma prática dialógica para a aprendizagem significativa – p.36
O projeto Diálogos emergiu de discussões das crianças após assistirem a uma peça teatral apresentada pela ONG Oceânica, de Parnamirim (RN), cujo objetivo era incentivar a comunidade local a preservar a riqueza ambiental dos recifes costeiros de Pirangi.
INICIATIVAS – p.40
Espaço para pessoas e brincadeiras
Muito mais do que abrigar brinquedos e jogos, as brincadeiras podem ter papel fundamental na formação de pessoas capazes de desempenhar seu potencial.
RODA DE CONVERSA – p.44
Quando brincar é o melhor remédio
Proporcionar espaços para a brincadeira nos hospitais pode auxiliar na recuperação da criança, minimizando o estresse e ajudando a elaborar as situações vivenciadas.

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Maio / Julho – 2017

Pátio Ensino Fundamental

Pátio EF

CAPA
O uso dos dados de avaliação para melhorar as aprendizagens – p.06
As evidências dos dados devem servir para definir as necessidades, estabelecer metas, planejar intervenções e avaliar o progresso.
Elementos essenciais para o sucesso de uma escola – p.10
As melhores escolas examinam suas práticas cotidianas para aperfeiçoar todos os seus processos e tornarem-se bem-sucedidas.
A transformação da gestão da aprendizagem com base em evidências – p.14
Há que se pautar a educação em atuações comprovadas em sua efetividade para gerar aprendizagem instrumental, com equidade e em clima de solidariedade.
ENTREVISTA – p. 18
Aprendizagem baseada na interação
Autora do livro “Planejando o trabalho em grupo: estratégias para salas de aula heterogêneas”, Rachel Lotan fala sobre algumas das ideias abordadas no livro e sobre como os professores podem tirar proveito de trabalho em grupo nas suas aulas.
ENFOQUE – p.22
O que são evidências, para que servem e como usá-las
Diferentes perspectivas pedagógicas levam a diferentes perguntas ou abordagens – e a ciência, os dados e as evidências podem ajudar a encontrar as melhores formar para atingir objetivos.
CURRÍCULO VIVO – p.26
Um saber conectado com o século XXI
O Brasil ainda ocupa as últimas posições em inovação, e a maioria dos alunos chega ao ensino superior sem saber como fazer uma pesquisa. Algumas iniciativas e parcerias entre instituições mostram que é possível mudar esse cenário e formar alunos pesquisadores desde cedo.
GESTÃO – p.30
O ensino da matemática em Xangai
As aulas de matemática na metrópole internacional chinesa são bem estruturadas, envolvendo as habilidades dos alunos em atividades de exploração, pensamento e criatividade, ao mesmo tempo em que o professor tem forte crença pedagógica e competência.
COTIDIANO – p.34
O aprendizado da autoavaliação
No Colégio Equipe, de São Paulo (SP), o exercício de autoavaliar-se permite que o aluno reflita sobre o seu processo de aprendizagem e se prepare para conversar sobre ele com professores e pais, conquistando autonomia como estudante.
CONSELHO DE CLASSE – p.38
Uma combinação possível
A prática esportiva permite a crianças e jovens com autismo um aprendizado adaptado em todos os domínios nos quais apresentam deficiências, como motricidade, comunicação e socialização.
PANORAMA – p.42
A infraestrutura a serviço da aprendizagem
Áreas integradas e certa ousadia podem transformar os tradicionais espaços de ensino em ambientes vívidos, inspiradores e mais educativos.

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Abril / Junho – 2017

Pátio Educação Infantil

Pátio ED

CAPA
O cérebro e as experiências na primeira infância – p.04
As neurociências mostram que a configuração cerebral pode ser modificada e potencializada em função das experiências proporcionadas pelo meio. Pensar a educação a partir desse conhecimento é o grande desafio.
Como o afeto molda o cérebro do bebê – p.08
Durante a primeira infância, o bebê se adapta rapidamente ao seu ambiente, e boa parte dessa adaptação se dá por meio das interações com seus cuidadores.
Um diálogo necessário – p.12
Na infância nosso cérebro é mais lábil, delicado e maleável e aprendemos o que será a base de todo o resto de nossa vida – razão suficiente para que os educadores dialoguem a cada dia mais com os neurocientistas.
ENTREVISTA – p.16
Conhecimento compartilhado
Robert Lent fala sobre as neurociências e seu potencial de contribuir para que a educação possa ser mais eficaz em seus propósitos. Para ele, promover o diálogo entre educadores e cientistas é fundamental para obter melhores resultados.
PERSPECTIVA – p.20
Neurologia,  aprendizagem e intervenção psicopedagógica
O desenvolvimento neurológico só é possível através da conexão do sistema neural com o ambiente. A essa conexão damos o nome de aprendizagem.
DIA A DIA
Brincadeiras de muitos tempos e lugares – p.28
Um projeto criou espaços no cotidiano para apresentar às crianças cantigas de roda, cantos de trabalho e brinquedos que fizeram parte da infância dos profissionais da educação da Creche e Pré-escola Central e da Escola de Aplicação da USP.
Ler para aprender e se divertir – p.32
Desenvolvido em uma escola municipal de Porto Alegre (RS), o projeto Sacola de leitura contribuiu para incentivar o gosto pelos livros nas crianças e suas famílias.
CENÁRIO – p.36
Aprendizagem cercada de mitos
Quando se trata de alfabetização, mais cedo nem sempre é melhor. Entenda por que o ensino de leitura e escrita deve ficar para o ensino fundamental.
RODA DE CONVERSA – p.40
As contribuições da neuropsicologia escolar
Ramificações como a psicologia e a neuropsicologia mostram-se mais facilmente aplicáveis à educação e podem atuar como mediadoras das neurociências para a pedagogia.
INICIATIVAS – p.44
Mente quieta e coração tranquilo
Com benefícios comprovados cientificamente, a meditação pode ser praticada por crianças pequenas e tornar-se uma importante ferramenta para a redução do estresse e da ansiedade e o aumento do foco e da concentração.

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Março / Maio – 2017

Pátio Ensino Médio, Profissional e Tecnológico

Pátio EM

CAPA
A formação da juventude brasileira e sua relação com o trabalho – p.06
É preciso considerar as diferentes juventudes que frequentam o ensino médio e refletem a diversidade do povo brasileiro com toda a complexidade que envolve os aspectos econômicos, sociais, políticos e culturais.
Escolaridade, qualificação e inserção dos jovens no mercado de trabalho – p.10
O grau de escolaridade é o fator que mais afeta as chances de inserção e ascensão na vida profissional. É preciso ações que contribuam para o fortalecimento contínuo de indivíduos muito vulneráveis, em um processo de longo prazo.
A ideia do ensino técnico é boa, mas… – p.14
Os cursos técnicos ou de formação profissional permanecem um setor mal compreendido e dominado por discussões desfocadas ou ideologicamente polarizadas.
ENTREVISTA – p. 18
Oportunidade para planejar um futuro melhor
Entrevista com Almério Melquíades de Araújo, coordenador de ensino médio e técnico do Centro Paula Souza.
PSI – p.22
Adolescentes e adolescência
Desconstruindo parâmetros de idade, os adolescentes têm sido cada vez mais definidos por suas características sociais e econômicas e menos por sua aparência ou seu funcionamento físico e hormonal.
COTIDIANO – p.26
Situações-problema e o prazer de aprender
No Colégio Sesi de Palmas (PR), as oficinas de aprendizagem desafiam os alunos a trabalhar em grupo e em uma perspectiva transdisciplinar.
ENFOQUE – p.30
Por que os padrões nacionais de educação são uma má ideia
Os brasileiros que debatem a Base Nacional Comum Curricular devem aprender a partir da experiência desastrosa dos Estados Unidos com o Núcleo Comum.
CONTEXTO – p.34
Corpo e movimento no currículo
Brincadeiras, danças, lutas, esportes e ginásticas são algumas das manifestações culturais que devem estar nas aulas de educação física das escolas de ensino médio para que os alunos se reconheçam nelas e façam suas reflexões.
CALEIDOSCÓPIO – p. 38
Recursos informais para o ensino da educação ambiental
Histórias em quadrinhos publicadas em revistas e jornais podem ser usadas para promover a reflexão em uma perspectiva crítica.
PROFISSÃO – p.42
Entre a teoria e a prática
Entender a realidade empresarial é fundamental para que os jovens consigam uma colocação e as escolas possam aprimorar seus programas de ensino de acordo com as necessidades do mercado.

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Janeiro / Março – 2017

Pátio Educação Infantil

Pátio EI

CAPA
Por uma educação infantil que não silencie corpos de alunos e professores – p.04
O corpo constitui-se na matriz básica da aprendizagem na educação infantil pelo fato de ser principalmente pela ação corporal-motora, pelo movimento, que a criança começa a organizar sua compreensão inicial sobre os objetos, os espaços, o mundo e suas relações com os outros.
Linguagem corporal no currículo da educação infantil – p.08
A inteligência motora soma-se à linguagem e à representação, tornando possível o pensamento. Por essa razão, é importante oferecer espaços e materiais para o faz de conta e a expressão corporal.
Jogar e brincar, potência do inútil – p.12
Compreender o papel do lúdico é condição para desenvolver projetos pedagógicos voltados à valorização do corpo vivo em movimento no mundo.
ENTREVISTA – p.16
Corpo e cultura
Marcos Garcia Neira é professor nas licenciaturas em Educação Física e Pedagogia da Faculdade de Educação da USP. Suas investigações estão voltadas à prática pedagógica do componente em sua perspectiva cultural. Nesta entrevista, ele fala sobre as relações entre corpo e aprendizagem, destacando a importância da valorização da diversidade e das diferenças culturais.
PERSPECTIVA – p.20
A criança com deficiência e as relações corporais
A ênfase no que pode ser realizado, e não nas incapacidades, permite criar atividades que possibilitem a estimulação do repertório motor e o desenvolvimento do esquema corporal para todos.
DIA A DIA
O prazer de estar juntos na hora da alimentação – p.28
Na rede municipal de Novo Hamburgo (RS), o momento de comer envolve diferentes propostas de organização do tempo, dos espaços e dos materiais, permitindo a exploração e o convívio.
A etnomatemática na educação infantil – p.32
Realizar operações matemáticas durante uma atividade de psicomotricidade possibilitou a (re)organização de conceitos e a elaboração da ideia de zero em um projeto realizado na cidade de Bento Gonçalves (RS).
CENÁRIO – p.36
Uma decisão contraditória
A legislação atual determina que as crianças tenham 6 anos completos no dia 31 de março para serem matriculadas no ensino fundamental, mas ações judiciais têm sido usadas para permitir o ingresso antecipado em diversos estados. Quem ganha com isso?
RODA DE CONVERSA – p.40
Aprender com o corpo, aprender sobre o corpo
A desorganização corporal de crianças e adolescentes está relacionada a uma série de dificuldades enfrentadas por alunos e professores, como a falta de concentração.
ATELIÊ – p.44
Foco na aprendizagem
Com uma câmera nas mãos, as crianças podem divertir-se e aprender. Através das lentes, elas educam o olhar e ampliam sua visão de mundo.

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Fevereiro / Abril – 2017

Pátio Ensino Fundamental

Pátio EF

CAPA
Um futuro desejável na formação docente – p.07
Uma característica fundamental da formação para a mudança é que os professores têm de assumir como tarefa coletiva a intervenção no processo de seu desenvolvimento profissional a fim de atingirem a inovação na prática educativa.
Uma educação móvel e conectada ao futuro – p.10
Por serem de fácil acesso aos alunos, os dispositivos móveis poderiam ser incluídos pelos professores em suas práticas pedagógicas, mas ainda são pouco valorizados como recurso educacional.
Perspectivas para a formação de professores – p.14
Além dos equipamentos técnicos, os professores e as professoras do futuro necessitarão de uma grande força pessoal e da capacidade de desfrutar da emoção, da criatividade e do desafio envolvidos no trabalho com estudantes.
ENTREVISTA – p. 18
Educação de alto impacto
Nesta entrevista, John Hattie explica alguns dos principais conceitos apresentados em seu livro “Aprendizagem visível para professores: como maximizar o impacto da aprendizagem”, no qual afirma: “O mais importante é que o ensino seja visível para o aluno e que a aprendizagem seja visível para o professor. Quanto mais o aluno se torna o professor e mais o professor se torna o aprendiz, então mais bem–sucedidos serão os resultados”.
ENFOQUE – p.22
Neurociência, educação e nosso cotidiano
Em nenhum grupo são mais necessários os métodos e os conhecimentos da neurociência do que entre os jovens em idade escolar. A noção de que só é possível ensinar de acordo com a maturação do sistema nervoso da criança ou do adolescente é básica.
PANORAMA – p.26
Alfabetização política
Entre as diversas atribuições da escola, promover a reflexão crítica e a cidadania é tão importante quanto contribuir para a aprendizagem das disciplinas do currículo.
COTIDIANO
Uma ação coletiva para preservar e conscientizar – p.30
Um grupo de professores do distrito de Caeté, em Juiz de Fora (MG), promoveu uma verdadeira ressignificação do ambiente rural no entorno de sua escola, envolvendo toda a comunidade na construção de um viveiro de mudas de uma horta e, sobretudo, da autoestima dos alunos.
Jogos na aprendizagem do sistema de numeração decimal – p.34
Em Jundiaí (SP), uma turma inclusiva de 1º ano contou com atividades lúdicas para iniciar sua alfabetização matemática.
CONSELHO DE CLASSE – p.37
Desafios e possibilidades de integração das tecnologias digitais
É urgente a adoção de metodologias ativas, como sala de aula invertida e modelos de rotação, oportunizando aos alunos um ensino mais personalizado, significativo e colaborativo.
CURRÍCULO VIVO – p.40
Lugar de arte é na escola
A inclusão de artes visuais, dança, música e teatro como conteúdos obrigatórios no ensino fundamental traz o desafio de capacitar profissionais e abrir espaço para essas modalidades na grade curricular.
GESTÃO – p.44
Matemática na escola atual e o desafio de superar a crise
É impensável que nos acostumemos com os resultados ruins avaliação após avaliação.

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Outubro / Dezembro – 2016

Pátio Educação Infantil

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CAPA
A didática dos campos de experiência – p.04
Na pedagogia dos campos de experiência, o conhecimento é produzido na interação entre a criança e o mundo, entre os adultos e as crianças, entre as crianças e as outras crianças.
Desafios e possibilidades dos campos de experiência educativa – p.08
A organização em campos de experiência requer uma concepção de educação que compreende a experiência como forma privilegiada de viver a infância.
Ludicidade, continuidade e significatividade nos campos de experiência – p.12
Quando a escola compreende as crianças como centro do projeto educativo, alimenta e enriquece suas experiências, oferecendo-lhes contextos ricos e acompanhando o processo de construção do conhecimento de cada uma delas.
ENTREVISTA – p.16
Consolidando a identidade da educação infantil
Silvia Helena Vieira Cruz
CENÁRIO – p.20
Avanços e retrocessos nas políticas para as crianças
O Brasil apresenta uma das legislações mais avançadas do mundo para garantir os direitos da infância, mas ainda falha em sua implantação.
DIA A DIA
A arte contra o racismo – p.28
Um projeto sobre o sambista Riachão mobilizou um cenário de educação infantil baiano a discutir temas relacionados à discriminação e à cultura afrodescendente.
Explorando os sentidos no berçário – p.32
Comer, olhar, cheirar, escutar e sentir, criando-se um espaço estruturado de experiências, foi o foco de um projeto realizado com bebês em uma escola municipal de Porto Alegre (RS).
INICIATIVA – p.36
Como ser uma escola amiga da amamentação
Disponibilizar um espaço tranquilo e aconchegante, onde a mãe possa amamentar seu bebê, é um bom começo para colaborar com o aleitamento materno.
RODA DE CONVERSA – p.40
A formação ética na educação
A criança precisa reconhecer o outro como seu semelhante para aprender a respeitar o que é diferente. Tal comportamento não provém do ensino, mas das oportunidades de sensibilização.
PERSPECTIVA – p.44
A micropolíticas nas paredes das creches
É preciso romper com a concepção de que as imagens expostas são elementos secundários, ingênuos ou neutros, e de que não influenciam a formação da identidade dos bebês e das crianças.

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Novembro / Janeiro – 2017

Pátio Ensino Fundamental

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CAPA
Lições para aprender com as avaliações – p.06
Há um importante resultado no último Ideb que foi pouco valorizado, mas que merece destaque e reflexão: o desempenho dos anos iniciais do ensino fundamental superou, mais uma vez, a meta proposta.
O desenvolvimento do raciocínio probabilístico – p.10
Começando cedo, a partir de situações compreensíveis às crianças e por meio de recursos apropriados, pode-se estimular um desenvolvimento mais amplo de formas do pensar matemático.
A formação de professores de matemática no ensino fundamental – p.14
O trabalho colaborativo oportuniza aos professores um sentimento de corresponsabilidade por seu processo de formação, gerando envolvimento e coautoria em relação ao que ensinam e ao que aprendem.
ENTREVISTA – p. 18
A equidade como base da educação
A experiência de Carlos Cabana no campo do ensino para equidade (EpE) está baseada em pesquisas na Universidade de Standford. O que tem construído no campo da aprendizagem da matemática junto aos seus alunos tem sido objeto de estudos devido aos resultados altamente significativos.
CURRÍCULO VIVO – p.22
Meditar para aprender
A meditação já vem sendo usada em muitas escolas como uma aliada na aprendizagem. Veja o que diz a ciência e como a técnica pode ser implantada em sua instituição de ensino.
PANORAMA – p.26
Para experimentar a prática docente
A residência pedagógica pode tornar-se obrigatória para os professores da educação básica e já é realidade em algumas instituições brasileiras.
ENFOQUE – p.30
Criatividade e criação na aula de matemática
No trabalho com formulação e resolução de problemas, o professor modifica sua postura, passando a ser propositor de atividades investigativas e orientador da aprendizagem.
COTIDIANO – p.34
O trabalho com a contação nas séries iniciais
Na proposta desenvolvida com crianças do 1º ano, o ato de colecionar foi usado como recurso didático na aprendizagem numérica.
PSICOLOGIA – p. 38
Família, escola e separação
Ao apoiar pais e alunos em uma situação de separação/divórcio, os educadores contribuem para que esse momento tão solitário possa ser vivido de forma menos traumática.
ARTE NA ESCOLA – p.42
Culturas, emoções e experimentações em um processo artístico
Por meio da arte, o projeto “A expressão do bairro Funil”, realizado em Parobé (RS), abriu caminhos para a valorização do local e de seus indivíduos, demonstrando que são únicos e que podem ser agentes de transformação.
CONSELHO DE CLASSE – p.45
Refletindo sobre competências na educação
Partir dos conhecimentos e experiências dos alunos pode ser a ponte para promover novos saberes, aplicar na prática determinada teoria e atribuir significado ao que se faz.

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Setembro / Novembro – 2016

Pátio Ensino Médio, Profissional e Tecnológico

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CAPA
As redes sociais e a produção de sentido – p.06
Os jovens sempre têm muito a aprender.  Porém, a partir das maneiras pelas quais incorporam a tecnologia comunicacional em seu cotidiano, mostram o quanto podem ensinar aos mais velhos.
Como as crianças e os adolescentes são retratados na televisão – p.10
De modo geral, o horário nobre apresenta uma imagem bastante limitada e estática de crianças e adolescentes, a qual não se modificou nos últimos 30 anos.
A publicidade e a construção da subjetividade nos adolescentes – p.14
O uso de roupas ou tênis de uma grife pode estar carregado de sentido simbólico, propagado pela publicidade. Crianças e adolescentes são precocemente induzidos a crer que tais produtos participam de sua identidade.
ENTREVISTA – p. 18
Uma escola para a geração que já nasceu comunicadora
Entrevista com Bruno Torturra
PSI – p.22
Relacionamentos de amizade e tribos urbanas na adolescência
Os amigos são fundamentais para o desenvolvimento afetivo e de habilidades sociais. O grupo serve como fonte de respaldo e validação dos comportamentos, criando-se um forte vínculo de identificação com os pares.
COTIDIANO – p.26
Um espaço favorável ao diálogo e à autonomia
O projeto “O que encontrei por aqui” deu a palavra aos alunos do 3° ano de uma escola do Pará para levá-los à reflexão sobre o que viveram, perceberam e aprenderam durante sua permanência no ensino médio.
ENFOQUE – p.30
Desamparo, estresse e promoção de um ambiente saudável
Administrar as condições estressantes de trabalho é a melhor alternativa técnica, ética, social e econômica de prevenção às consequências do estresse negativo ou patológico.
FOI MAL – p.34
Quando a memória não é coisa do passado
Sem um estudo de seu papel na preservação do patrimônio histórico-educativo, não é possível precisar se os centros de memória e documentação escolares permitem inovar na compreensão da história.
CALEIDOSCÓPIO – p. 36
A criatividade no ensino e na aprendizagem da arte
Tanto a teoria quanto a prática na arte-educação são construídas no caminhar criativo de professores, alunos e pensadores ao longo da história.
CONTEXTO – p.40
Novas metas, velhos dilemas
O descumprimento do cronograma do Plano Nacional de Educação expõe a dificuldade brasileira de se trabalhar com planejamento de longo prazo.
SALA DOS PROFESSORES – p. 44
Da interdisciplinaridade à prática reflexiva
Ser interdisciplinar e reflexivo requer uma postura dialógica com o conhecimento, a prática, o aluno, o mundo e com o ser educador.

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Agosto / Outubro – 2016

Pátio Ensino Fundamental

Pátio EF

CAPA
O papel da escola no desenvolvimento da criatividade – p.06
É necessário cultivar as sementes de criatividade que existem em todo ser humano por meio de um ambiente rico em estímulos e desafios.
Arte, criação e trabalho pedagógico – p.10
A função da arte é provocar questionamentos e desencadear uma educação que rompa com o estabelecido, as normas e as convenções sobre o próprio mundo.
A criatividade e um novo perfil de professor – p.14
O professor comentarista crítico e animador cultural deve atingir os objetivos maiores da educação, que são o estímulo á criatividade e a tomada de consciência de cidadania.
ENTREVISTA – p. 18
Um ambiente para o pensamento criativo
“É dificílimo separar claramente as contribuições genéticas das ambientais no desenvolvimento da criatividade.”
CURRÍCULO VIVO – p.22
Que comecem os jogos
Levar o universo lúdico para a sala de aula estreita o vínculo entre escola e aluno, desperta engajamento e garante aprendizado que vai muito além do currículo tradicional.
ARTE NA ESCOLA – p.26
Como nasce um projeto de arte
O projeto “Stop Motion Motion” foi fruto da necessidade de uma professora debutante em ensino fundamental I cujo desafio era dar aulas de artes visuais para uma turma consideradas “problemática”.
GESTÃO – p.30
Como administrar recursos em tempos de crise
Mais do que nunca, o gestor precisa focar em comunicação interna, atendimento ao cliente externo, criatividade, engajamento da equipe e trabalho pedagógico qualificado.
MARCA PESSOAL – p.34
O último gigante da psicologia
Consagrado como um expoente da revolução cognitiva, Bruner nunca deixou de ser pioneiro na definição e na abertura de novas frentes de pesquisa.
COTIDIANO – p. 36
O uso da calculadora nos anos iniciais
Os resultados do trabalho realizado com uma turma de alunos do 4ºano mostram que o problema não é utilizar a ferramenta, mas realizar os cálculos sem compreendê-los.
PANORAMA – p.40
Provocação tem limite
Com a entrada em vigor da Lei nº 13.185, que instituiu o Programa de Combate á Intimidação Sistemática, as escolas passaram a ser responsáveis pela prevenção ao bullying. Saiba co que muda na pratica e conheça alguns programas que deram certo.

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Junho / Agosto – 2016

Pátio Ensino Médio, Profissional e Tecnológico

Pátio EM

CAPA
Adolescência na contemporaneidade – p.06
O processo educativo tem possibilitado aos adolescentes fazer uma análise das condições de educação oferecidas e, coletivamente, posicionar-se contra o autoritarismo das propostas.
A autonomia dos jovens na política e a educação para a cidadania – p.10
A escola desempenha o importante papel de fornecer elementos para que os jovens possam se esclarecer para tomar decisões com consciência, responsabilidade e autonomia.
Avaliação e participação na escola – p.14
Repensar a avaliação escolar implica valorizar o diálogo de modo a construir relações recíprocas de solidariedade.
ENTREVISTA – p. 18
Um novo lugar para o educador na relação pedagógica
Fernando Hernádez-Hernádez
PSI – p.22
O perigo dos jogos online
Pessoas de todas as idades, especialmente adolescentes e pré-adolescentes estão enfrentando as consequências muito reais, e às vezes difíceis, de jogar compulsivamente na internet.
COTIDIANO – p.26
A educação artística como ferramenta de transformação
Uma mostra interativa, realizada pelos alunos do curso de formação de professores do Instituto Municipal de Educação de Rio das Ostras (IMERO), envolveu toda a comunidade escolar e mudou o olhar dos alunos sobre as aulas de arte.
CALEIDOSCÓPIO – p.30
Mãos, toques e dispositivos móveis na aprendizagem matemática
O uso de dispositivos com tela sensível ao toque pode trazer desafios didáticos, cognitivos, epistemológicos e infraestruturas aos processes de ensino e aprendizagem.
RETRATO – p.34
Com a mão na massa
O movimento Maker oferece uma abordagem educacional em que os alunos aprendem fazendo e os professores tornam-se parceiros na concretização de ideias.
CONTEXTO – p. 38
Anos rebeldes
As recentes manifestações promovidas por estudantes revelam que, mais do que garantir o direito de frequentar a escola, o que eles querem é uma instituição que atenda ás suas expectativas.
SALA DOS PROFESSORES – p.42
A importância do desenvolvimento da resiliência na educação
A escola deve contemplar a compreensão da mudança como um processo de evolução, tendo a orientação ética e os valores humanos necessários ao florescimento de ambientes resilientes.

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Julho / Setembro – 2016

Pátio Educação Infantil

Pátio ED

CAPA
Scripts de gênero na educação infantil – p.04
Cabe á escola discutir as questões de gênero e as relações de poder entre os sexos, que desencadeiam e justificam desigualdades e discriminações.
Desafios atuais da luta contra as violências de gênero – p.08
Discutir a presença de homens na educação infantil significa problematizar a presença feminina e, principalmente, o gênero como questão central na formação docente.
Os homens estão fora de lugar na creche e na pré-escola? – p.12
Educar e cuidar não depende do sexo, e sim de competências e habilidades profissionais relacionadas a saber fazer, saber conviver e saber ser.
ENTREVISTA – p.16
Promover mudanças para um mundo mais igualitário
As questões de gênero determinam como homens e mulheres vivem seu cotidiano.
CENÁRIO – p.20
Brincadeira e diversidade
Cozinha que não seja cor de rosa? Bonecas negras e orientais? Balanços para crianças em cadeiras de rodas? Sim, eles existem, mas ainda são caros e de difícil acesso. Conheça algumas iniciativas que estão modificando essa realidade.
DIA A DIA
Bebês pesquisando sobre bebês – p.28
Um projeto realizado com grupos de crianças de 2 a 3 anos e de até 11 meses evidenciou a riqueza das interações na infância.
Formando novos pensadores – p.32
O projeto “Pequenos filósofos” incentivou o ensino de filosofia para crianças na educação infantil a partir da premissa de que os pequenos também podem pensar sobre questões da realidade na qual estão inseridos e refletir sobre o papel de cada um nos espaços que ocupam.
INICIATIVA – p.36
 Robôs que educam
A robótica estimula o desenvolvimento do raciocínio logico, além de trabalhar conteúdos importantes, como lateralidade, formas geométricas, localização espacial, cores e resolução de problemas.
RODA DE CONVERSA – p.40
O Movimento de mulheres e a luta por creches na década de 1970
Da articulação de vários grupos no I Congresso da Mulher Paulista, organizado em 1979 pelas feministas, surgiu o Movimento de Luta por Creches.
PERSPECTIVA – p.44
A apropriação das relações de gênero na educação infantil
Por meio de suas interações, as crianças vão construindo um sentido compartilhado sobre ser menino e menina, homem e mulher.

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Maio / Julho – 2016

Pátio Ensino Fundamental

Pátio EF

CAPA
A importância do equilíbrio entre compartilhar e personalizar – p.06
É na síntese dinâmica da aprendizagem personalizada e colaborativa que desenvolvemos todo o nosso potencial como pessoas e como grupos sociais.
A escola inclusiva e o trabalho com projetos – p.10
Na abordagem construcionista, contextualizada e significativa (CCS), o professor atua como mediador e utiliza-se de problemas e temas geradores que emergem do cotidiano, favorecendo a interdisciplinaridade e o trabalho em equipe. – Elisa T. M. Schlünzen, Klaus Schlünzen Junior, Danielle Santos e Cícera A. Lima Malheiro.
Uma escola para todos? Quando ‘‘todos’’ inclui surdos – p.14
A garantia do encontro surdo-mudo, a Libras como primeira língua e o ensino do português como segunda são aspectos importantes para a implementação da educação bilíngue. – Ronice Müller de Quadros.
ENTREVISTA – p. 18
Educação personalizada e abrangente
Nas Summit Public Schools, ensino híbrido, Educação customizada, foco nos alunos e na aprendizagem não são meros conceitos teóricos. – Mira Browne
CURRÍCULO VIVO – p.22
No ritmo de cada um
As plataformas adaptativas são um recurso tecnológico cada vez mais utilizado em escolas públicas e particulares. Resta saber se os professores estão preparados para manejar essa ferramenta. – Marcos Giesteira.
ENFOQUE – p.26
Os desafios na inclusão escolar de alunos com altas habilidades
O desenvolvimento da superdotação é um processo que depende de um ambiente favorável e estimulador para que o potencial do aluno seja plenamente alcançado. – Daniela Vilarinho-Rezende e Denise de Souza Fleith.
PSICOLOGIA – p.30
Como lidar com crianças desafiadoras ou opositoras
O professor pode reduzir o impacto dos comportamentos explosivos e agressivos adotando atitudes que evitem conflito, observando o contexto afetivo, treinando a percepção de si mesmo, do grupo e de cada aluno. – Daniela Ceron-Litvoc.
GESTÃO – p.33
Ensino customizado como proposição de valor
A consideração do perfil do estudante, aliada ao conhecimento sobre os processos de aprendizagem, permite a elaboração de uma proposta metodológica singular para cada centro educacional. – Mônica Timm de Carvalho.
COTIDIANO
A construção e implementação de um plano de ação para melhorar a aprendizagem – p.36
A gestão escolar exerce papel fundamental na motivação e na formação dos professores para que bons resultados sejam alcançados.
Ciência interativa e incentivo à inovação – p.40
O projeto Feira de Ciências Itinerante teve início em Aracaju e chegou a Brasília unindo alunos e instituições com realidades diferentes para o desenvolvimento da ciência e tecnologia nas fases iniciais da vida escolar. – Heli Lucas Santos Pinto.
PANORAMA – p.44
Para ler sem preconceito
Ao usar o simbólico, a literatura infantil é um dos meios mais eficientes para abordar inclusão e diversidade na sala de aula. – Andressa Basilio.

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Abril / Junho – 2016

Pátio Educação Infantil

Pátio ED

CAPA
A ética e o cuidado com a alimentação na escola infantil – p.04
Alimentar as crianças não envolve apenas preparar e servir. Diz respeito a toda gestão escolar, implica um processo de formação e, acima de tudo, de inclusão dos profissionais nos projetos pedagógicos desenvolvidos na escola.
Os diferentes aspectos da alimentação das crianças pequenas – p.08
A comida constitui uma questão vital na pratica da educação infantil, por isso é preciso desenvolver um currículo sobre os alimentos e o comer.
A saúde das crianças nas escolas de educação infantil – p.12
A escola precisa unificar seu discurso sobre alimentação saudável, entender a proposta e comprometer-se com ela para explicar ás crianças e aos pais as estratégias que estão sendo adotadas e por quê.
ENTREVISTA – p.16
A comida e suas linguagens
Ilaria Cavallini e Maddalena Tedeschi falam sobre a importância pedagógica da alimentação na educação das crianças pequenas.
CENÁRIO – p.20
Longe do fogão da escola
As dificuldades na gestão direta da merenda têm levado redes de ensino a terceirizar seu fornecimento. Saiba quais são os prós e os contras dessa decisão e conheça boas experiências.
INICIATIVAS – p.28
De chupeta a passaporte
Intercâmbio também é coisa de criança. Já existem programas para estudar no exterior a partir dos quatro anos. Será que os pequenos estão preparados?
DIA A DIA
Carolinas recheadas de histórias – p.32
O projeto Diversidade e Igualdade Racial transformaram a EMEI Carolina Maria de Jesus, em São Paulo, e vem despertando o interesse das crianças sobre os povos indígenas do Brasil e sobre as culturas africana e afro-brasileira.
Animais de estimação na escola – p.36
Um projeto realizado com crianças de 2 e 3 anos incentivou a pesquisa e a troca de informações sobre as diferentes espécies.
INFÂNCIA – p.38
Crianças com HIV/AIDS e educação
É possível atender crianças com HIV/AIDS para que possam receber os benefícios da educação infantil e do contrato social sem colocar em perigo a saúde de outras crianças ou pessoas que convivam com elas.
PERSPECTIVA – p.41
As crianças negras e o racismo
O choro, a rebeldia, as brigas as mordidas podem expressar como as crianças negras percebem o racismo presente nas posturas pedagógicas.
RODA DE CONVERSA – p.44
O trabalho do coordenador pedagógico na educação infantil
Algumas competências são necessárias para maior articulação entre famílias e escola, compreendendo cada família, suas necessidades e potencialidades.

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Janeiro / Março – 2016

Pátio Educação Infantil

Pátio ED

CAPA
A literatura e a construção da subjetividade – p.04
Considerando o papel relevante que a literatura cumpre na formação das crianças, cabe aos educadores desenvolver práticas capazes de envolvê-las em um mundo de palavras, sons, descobertas, afeto e fantasia.
A biblioteca escolar e as crianças pequenas – p.08
Na escola, o professor, o bibliotecário e o técnico em biblioteconomia assumem o papel de mediadores de leitura, da fantasia, da criatividade e dos saberes.
Letramento visual na literatura infantil – p.12
As ilustrações ajudam as crianças a entender personagens, cenários, situações e problemas que se assemelham àqueles de seu cotidiano.
ENTREVISTA – p.16
Narrar é viver
Entrevistados – Diana Lichtenstein Corso e Mário Corso – Pesquisadores sobre o papel das histórias que contamos às crianças na construção e no desenvolvimento da subjetividade humana.
PERSPECTIVA – p.20
Literatura Infantil, brincadeiras e experiências narrativas
A brincadeira letrada pode transformar-se em uma rica oportunidade para a exploração e a compreensão da linguagem.
DIA A DIA – p.28
O despertar de um olhar sensível
Por meio da poética de Frans Krajcberg, uma professora de Vitória (ES) instigou seus alunos a explorar cores, formas e texturas da natureza e a refletir sobre o meio ambiente.
INFÂNCIA – p.32
Quando os pais se separam
Durante um divórcio, a escola pode ser o elemento mais estável na vida de uma criança, e o professor pode influenciar a sua adaptação positiva.
CENÁRIO – p.36
Leitores desde o berço
Biblioteca bem-estruturada, acervo de qualidade e compatível com a faixa etária, além de mediação adequada, são aspectos essenciais para que as crianças desenvolvam o gosto pela leitura.
ATELIÊ – p.40
A arte de contar histórias
A narrativa faz parte da vida humana e é fundamental para o desenvolvimento infantil. Quem conta um conto acrescenta muitos pontos!
RODA DE CONVERSA – p.44
Superando a distância entre o pensamento e a prática
É importante, na formação de educadores, buscar a continuidade entre a teoria e a prática, entre o trabalho de campo e o trabalho reflexivo.

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Fevereiro / Abril – 2016

Pátio Ensino Fundamental

Pátio EF

CAPA
Tempo e espaço para aprender – p.06
A escola que atende aos estudantes dos anos finais precisa buscar a sua identidade, compreender o contexto em que está inserida e entender plenamente sua função social. – Simone Moura Gonçalves de Lima
Uma aposta na aliança educativa entre pais e professores – p.10
É importante trabalhar a maneira como família e escola veem seus papéis e expectativas para promover a colaboração entre esses atores e contribuir para a adaptação dos alunos à segunda etapa do ensino fundamental. – Séraphin Alava
As condições de trabalho nos anos finais – p.14
Promover ações de formação continuada baseadas na partilha de ideias e experiências favorece a integração e ameniza um dos grandes problemas enfrentados pelos professores: a solidão. – Miriane Zanetti Giodan e Márcia de Souza Hobold
ENTREVISTA – p. 18
As dificuldades de uma transição sem apoio
Claudia Leme Ferreira Davis
ENFOQUE – p.22
O desenvolvimento cerebral entre os 10 e os 14 anos e seus reflexos na educação
Em cada idade aparecem, amadurecem e desenvolvem-se diferentes estruturas na maior parte das regiões cerebrais. Os neurônios e as conexões entre eles não são os mesmos nas diversas áreas do córtex cerebral em cada fase. – Iván Izquierdo
PANORAMA – p.26
Os desafios da inclusão
Apesar dos marcos legais que asseguram o direito à educação de qualidade para pessoas com deficiência, as escolas ainda têm dificuldades para fazer com que o projeto político-pedagógico contemple a diversidade em sala de aula. – Andressa Basilio
COTIDIANO – p.30
Uma estratégia didática para crianças com dificuldades de aprendizagem
O trabalho com grupos áulicos fez com que muitos alunos começassem a se comunicar e demonstrassem não somente suas limitações, como também suas potencialidades. – Jamile Rossetti de Souza
PSICOLOGIA – p.34
Convivendo com o TOC na sala de aula
Uma abordagem proativa pode fazer uma diferença considerável na capacidade do aluno para lidar com o transtorno obsessivo-compulsivo e impactar positivamente tanto o seu desempenho acadêmico quanto as suas capacidades interpessoais. – Analise de Souza Vivan e Daniela Tusi Braga
CONSELHO DE CLASSE– p.41
Resseriação e customização curricular
Regular a (re)produção de conhecimentos na escola sem incorporar criticamente as novas manifestações políticas e culturais da juventude é tratar como acessório elementos fundamentais para a construção de espaços coletivos de aprendizagem. – Armando C. Arosa e Deuze V. S. Arosa
CURRÍCULO VIVO – p.44
Lições para alunos e professores
O tradicional dever de casa precisa ser bem planejado para atingir seu objetivo de contribuir com a aprendizagem. Saiba como usar essa ferramenta didática de maneira eficaz.

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Outubro / Dezembro – 2015

Pátio Educação Infantil

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CAPA
Planejar para tornar visível a intenção educativa – p.04
Planejar a partir de evidências concretas ajuda a superar a naturalização das ações do cotidiano, pois permite interrogar-se sobre a realidade e convoca a construir uma experiência educativa menos improvisada e mais consciente.
Os educadores e a brincadeira livre na sala de aula – p.08
No brincar livre, diferentes aspectos e situações emergem espontaneamente, sendo explorados e elaborados de maneira lúdica, sem que os adultos o conduzam diretamente.
Planejar para e com as crianças pequenas – p.12
Um planejamento não nasce antes do encontro do professor com as crianças, e sim da imprevisibilidade que está no cotidiano escolar e que faz parte da vida das pessoas.
ENTREVISTA – p.16
A aventura de planejar
Entrevistada – Luciana Esmeralda Ostetto
RODA DE CONVERSA – p.20
A docência masculina na educação infantil
No dia a dia das creches e pré-escolas, as relações entre professores e professoras tornam-se um mecanismo de reprodução das desigualdades de gênero.
DIA A DIA
Compartilhando saberes e sabores da natureza – p.28
O projeto “A horta no cotidiano infantil”, realizado em uma escola de Joinville (SC), proporcionou o contato com a natureza e a descoberta de novos sabores na alimentação.
O fantástico corpo humano – p.32
Duas professoras de um centro de educação infantil paulistano exploraram a curiosidade das crianças sobre o funcionamento do organismo e promoveram atividades físicas desafiadoras.
CENÁRIO – p.36
Observar, registar, mudar
Documentar o que é vivido no dia a dia da educação infantil pode ajudar a aperfeiçoar a prática pedagógica.
PERSPECTIVA – p.40
O desafio de responder com grandes gestos
A gestão da educação infantil deve levar em conta a trajetória de cada município, creche ou escola, impedir que se cristalizem poderes instalados e favorecer a inovação, a ruptura, o crescimento.
INCIATIVAS – p.44
É luta, é dança e é para as crianças!
Basta saber caminhar para aprender capoeira, arte marcial criada pelos descendentes de africanos que tem como pontos fortes a musicalidade, a socialização e a valorização da cultura brasileira.

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Setembro / Novembro – 2015

Pátio Ensino Médio, Profissional e Tecnológico

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CAPA
Construindo novas relações com o tempo escolar – p.06
José Pacheco
Por uma experiência de tempo de qualidade no ensino médio – p.10
Paulo Cesar Rodrigues Carrano e Viviane Netto Medeiros de Oliveira
Reflexões sobre tempo para a inovação educacional – p.14
Jaume Carbonell Sebarroja
ENTREVISTA – p. 18
Redescobrindo a lentidão
Juan Ignacio Pozo
CALEIDOCÓPIO – p.22
O que significa ensinar sociologia
Eduardo Carvalho Ferreira
ENFOQUE – p.25
Os adolescentes e o sono
Iván Izquierdo
CONTEXTO – p.28
Educando a geração Z
Andressa Basilio
RETRATO – p.32
Uma nova relação com o tempo
Marcos Giesteira
COTIDIANO – p.36
A interação entre uma biblioteca comunitária e estudantes do ensino médio.
Rafael Simões
PSI – p.40
A síndrome de Tourette e a escola
Ana Gabriela Hounie
SALA DOS PROFESSORES – p.44
Provocações sobre as práticas avaliativas
Roberto Rafael Dias da Silva

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Agosto / Outubro – 2015

Pátio Ensino Fundamental

pa

CAPA
Educar para a cidadania global a partir do espaço local – p.06
Madza Ednir
Educação, responsabilidade social e identidade comunitária – p.10
Joan Subirats
Planetarização, ecopedagogia e educação para a justiça social – p.14
Carlos Alberto Torres
ENTREVISTA – p. 18
Um espaço para a experimentação
Saskia Sassen
ENFOQUE – p.22
O futsal e suas múltiplas possibilidades como ferramenta de aprendizagem
Rogério da Cunha Voser e João Gilberto M. Giusti
PANORAMA – p.26
Uma questão de tempo
O Pacto nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) foi criado com o objetivo de reduzir o número de crianças não alfabetizadas. Contudo, ainda sem dados que mostrem sua eficácia, levanta discussões sobre a metodologia e a meta de promover o domínio da leitura e da escrita até os 8 anos. – Marcos Gisteira
ARTE NA ESCOLA – p.30
O projeto Cadernos de Artista e os registos em sala de aula
Clarissa Suzuki
CURRÍCULO VIVO – p.34
Shalom, saravá, aleluia!
O ensino religioso é obrigatório nas escolas brasileiras, mas a falta de regras claras, de capacitação dos educadores e de respeito à diversidade gera discriminação e impede que a disciplina realmente contribua para a formação dos estudantes. Andressa Basilio
PSICOLOGIA – p.38
O que assusta nas bonecas-monstro?
As crianças podem expressar sentimentos muito mais por meio das relações afetivas e interações com outras crianças e adultos do que com a posse de bonecas fashion disfarçadas de monstrinhas. – Fernanda Theodoro Roveri
COTIDIANO– p.41
Tão longe, tão próximos
Renato Júdice de Andrade
GESTÃO – p.44
O clima organizacional das escolas
Wayne K. Hoy, Cecil G. Miskel

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Julho / Setembro – 2015

Pátio Educação Infantil

patio

CAPA
A ética na educação das crianças pequenas – p.04
Meninos e meninas têm o direito de participar de sua própria vida, de saber o que lhes ocorre, de se envolver com o seu meio e de tomar decisões, sendo respeitados e valorizados. – Ana Maria Mello
Ética e estética na educação infantil – p.08
Falar em ética é falar de práticas de vida cotidiana em que se efetiva a partilha do sensível que dá forma às relações humanas e aos modos de agir e estar no mundo. – César Donizetti Pereira Leite
A responsabilidade ética com a infância do século XXI – p.12
Precisamos não só modificar as formas de olhar e dizer a infância, mas também criar condições para inventar diferentes modos de vida com as crianças. – Sandra Mara Corazza
ENTREVISTA – p.16
O despertar do senso moral
Yves de La Taille
RODA DE CONVERSA – p.20
As raízes da empatia
Assim como é importante que as crianças aprendam a ler, elas devem aprender a se relacionar. – Mary Gordon
DIA A DIA
Projetos para crianças pequenas – p.28
Ana Paula Yazbek
Câmera na mão, pequenos fotógrafos em ação – p.32
Karina Aparecida Godoy Baggio
CENÁRIO – p.26
Entre fraldas e a passarela
Andressa Basilio
INFÂNCIA – p.40
Aprendendo a lidar com a morte
Karen Miller
PERSPECTIVA – p.44
O corpo e o movimento na educação infantil
Compreender o caráter lúdico e expressivo das manifestações da motricidade infantil é fundamental para o educador que deseja melhorar as suas práticas. – Cintia A. Dubois

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Junho / Agosto – 2015

Pátio Ensino Médio, Profissional e Tecnológico

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CAPA
Da configuração híbrida a uma nova parceria – p.06
Antonio Bolívar
A finalidade dos conteúdos escolares – p.10
Jurjo Torres Santomé
Quem define uma identidade para o ensino médio? – p.14
Nora Krawczyk
ENTREVISTA – p. 18
Preparar para a cidadania, para o trabalho e para a vida
José Fernandes de Lima
PSI – p.22
A escola como espaço promotor de saúde mental
Ana Paula da Rosa Deon, Fernanda Ax Wilhelm, Indonésia Collodel Benetti
CONTEXTO – p.26
As linhas tortas da redação
Silvana Azevedo
RETRATO – p.30
Encantadores de alunos
Andressa Basilio
SALA DOS PROFESSORES – p.34
Das grades às teias curriculares
Hélio Souza de Cristo
COTIDIANO – p.38
Mídia, cuidado e transformação
Peter Lucas
CALEIDOSCÓPIO – p.42
Blogs e celulares como aliados nas aulas de história
Ana Isabel Braga de Aguiar
ENFOQUE– p.45
Aprender e ensinar com foco na educação híbrida
Lilian Bacich e José Moran

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Maio / Julho – 2015

Pátio Ensino Fundamental

patio

CAPA
O papel do emocional e do social na aprendizagem e na memória – p.06
Iván Izquierdo
A emoção como base da razão – p.10
Marilene Andrade Ferreira Borges e José Armando Valente
Precisamos conversar sobre direitos humanos nas escolas – p.14
Maria Victoria de Mesquita Benevides
ENTREVISTA – p. 18
Múltiplas inteligências e competências
Thomas Armstrong
COTIDIANO – p.22
O esporte nas aulas de matemática
Janaina de Ramos Ziegler, Marli Teresinha Quartieri e Márcia J. Hepp Rehfeldt
PSICOLOGIA – p.26
A gagueira e o mito da fluência absoluta
Silvia Friedman
PANORAMA – p.30
Razão e sensibilidade
Marcos Giesteira
ARTE NA ESCOLA – p.34
Formas de habitar a arte
Paulo Henrique Lorenzeti
CURRÍCULO VIVO – p.38
Altas habilidades na escola
Bruna Menegueço
CONSELHO DE CLASSE– p.42
Colocando o sol no centro
Renato Júdice de Andrade
ENFOQUE – p.45
Por que levar em conta os aspectos afetivos na educação
Luciene Regina Paulino Tognetta
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