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Presença Pedagógica

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Setembro – Outubro / 2017

Presença

EDUCAR O OLHAR
Atlântico negro: na rota dos orixás – p.05
O documentário do diretor brasileiro Renato Barbieri revela as afinidades culturais e históricas existentes entre Brasil e África.
Fotografia: o olho luminoso e infiel – p.13
A utilização de imagens no trabalho de professores e alunos. Um exercício de metodologia de pesquisa e de ensino.
O que é documentário? – p.18
Responder a essa pergunta é uma tarefa difícil. Muitos são os teóricos, pesquisadores e documentaristas que buscam definir esse gênero cinematográfico.
Biblioteca: distribuição do capital cultural – p.26
Um dos grandes desafios da universidade contemporânea é fazer com que os bibliotecários sejam capazes não só de preservar os arquivos, mas também de ensinar a utilizá-los. Dessa forma, eles se tornarão educadores que formarão leitores.
Portal em diálogo: juventudes conectadas no ensino médio – p.34
Os jovens das escolas públicas brasileiras são protagonistas na produção do conteúdo desses Portal dirigido a estudantes, professores, pesquisadores e comunidade escolar. A proposra é construir coletivamente um espaço para discussão de temas relevantes para um currículo do ensino médio que forme cidadãos participativos, críticos e solidários.
64 filmes sobre a ditadura militar no Brasil – p.42
Nós, professores, temos a responsabilidade de refletir sobre o que sabem os nossos alunos acerca da ditadura militar no Brasil (1964 a 1985). Como tratar desse assunto na escola de forma esclarecedora e crítica? Para isso, indicamos filmes que ativam a memória, ampliam nosso olhar e aquecem o debate sobre esse período da história do nosso país.
Realidades em vídeos de jovens – p.50
Jovens moradores da periferia da cidade do Porto, Portugal, vivenciaram um processo criativo para fazer um vídeo coletivo. Em “O bater da porta”, disponível no YouTube, eles investiram em recursos fílmicos para contar uma história pautada pela realidade ali vivida.
O cinema brasileiro chega à sala de aula – p.58
A Lei nº 13.006 torna obrigatória a exibição de filmes audiovisuais de produção nacional nas escolas de ensino básico por, no mínimo, duas horas mensais. Isso nos faz questionar. Que tipo de cinema brasileiro devemos levar à escola para que se possam ampliar os repertórios e as práticas culturais dos alunos?
Cultura da infância: dos livros de imagem ao YouTube – p.66
As crianças dizem que os livros sem ilustrações não têm graça e gostam de contar histórias pela narração de imagens. Hoje, meninos e meninas mostram que preferem ver vídeos na internet a assistir TV. Como essa cultura do audiovisual, cada vez mais ampla, repercute na escola? Como isso afeta o trabalho do professor?

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Julho – Agosto / 2017

CAPA_SITE 136

CAPA – p.40
Espaço de direito das crianças
No Brasil, os espaços institucionais da educação infantil são orientados por uma série de documentos do Ministério da Educação. Tais documentos norteiam a organização espacial a partir de reflexões sobre a infância e a criança contemporânea. Neste artigo, resgatam-se os aspectos basilares da composição de um espaço seguro, acolhedor e estimulante.
ENTREVISTA – p.05
Bullying: agressor e vítima precisam de ajuda
Tania Paris fala sobre a importância de a família e a escola desenvolverem nas crianças e jovens habilidades para lidar no dia a dia com os próprios conflitos e com os outros. Os adultos devem preocupar-se com a saúde emocional e em oferecer uma ambiente saudável para as crianças.
ARTIGOS
20 anos sem Paulo Freire: a busca por uma escola democrática – p.14
Para formar cidadãos capazes de exercer sua cidadania, é fundamental ter na sala de aula professores politizados e engajados. Antes que o estudante possa participar democraticamente, é preciso que ele se movimente politicamente.
História no museu: encantamento, beleza e sensibilidade – p.20
O espaço museau é um convite à reflexão sobre a construção do conhecimento histórico. A abertura ao diálogo e ao questionamento durante a visita favorece uma experiência educativa e crítica sobre nossa presença no tempo histórico.
Educação, política e cidadania – p.28
A concepção de educação deve estar intimamente ligada à de liberdade, democracia e cidadania. A formação política, e não partidária, por sua vez, deve propor caminhos para mudar as situações negligenciadas pelo poder público.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.34
Água que educa: transformando o olhar do semiárido
Programa de captação de água da chuva tem possibilitado a crianças e jovens camponeses do semiárido brasileiro assegurar o direito à educação e a construir outro olhar sobre a região.
REPORTAGEM – p.48
Matemática para todos
Essenciais para o entendimento de diversas situações do dia a dia, os conhecimentos matemáticos, vez ou outra, são vistos com certo receio. Desmistificar e promover práticas que utilizam esses saberes é um dos objetivos do Biênio da Matemática no Brasil.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Cinema: outra língua na educação de surdos
Ver e fazer cinema reunindo surdos e ouvintes pode trazer um novo olhar sobre a sétima arte.
BIBLIOTECA – p.60
Para professores
Avaliação da aprendizagem: entre desafios e possibilidades.
PONTO DE VISTA – p.70
Adolescência e indisciplina na escola
Da indisciplina à construção de espaços escolares democráticos.

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Maio – Junho / 2017

Presença

CAPA – p.40
Todo lugar é espaço de aprendizagem
Praças, teatros, feiras, museus… Os mais diversos locais são considerados territórios de aprendizagem numa cidade educadora. O conceito surgiu em 1990, na Espanha, com a elaboração da Carta das Cidades Educadoras e, desde então, espalhou-se pelo mundo.
ENTREVISTA – p.05
Por uma escola significativa e crítica
Quando se pensa em leitura e tecnologias digitais, uma das primeiras pesquisadoras brasileiras que vêm à cabeça é Carla Viana Coscarelli, que se dedica ao tema há cerca de duas décadas.
ARTIGOS
Pesquisa escolar – p.14
Na escola, o professor conta com um importante aliado: o bibliotecário. Juntos, eles podem planejar e avaliar os processos de pesquisa a serem desenvolvidos. Esse trabalho de parceria pode fazer da aprendizagem um processo mais rico, estimulante e significativo para os alunos.
Estratégias de leitura – p.20
Para desenvolver a competência leitora da criança é importante utilizar diversas estratégias antes, durante e depois da leitura. Em todos esses momentos, o professor atua como mediador, estimulando o protagonismo do aluno.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.26
A importância da formação continuada
Aos educadores do campo, é importante oferecer uma formação que leve em consideração as especificidades e as peculiaridades dos sujeitos campesinos em seus múltiplos aspectos.
PRESENÇA INFANTIL – p.32
Aprendendo sobre o tempo
A vida das crianças é marcada pelo tempo: hora de assistir TV, tomar banho, ir para a escola, esperar pela chegada dos pais em casa. Desde cedo, elas precisam ter noções temporais para compreender o ritmo de sua rotina.
EDUCAR O OLHAR – p.46
Últimas conversas: um presente para os educadores
Sem roteiro predefinido, o documentário “Últimas conversas” abre espaço para o inesperado, a lágrima, o riso e também para a reflexão dos que buscam conhecer o universo juvenil.
BIBLIOTECA – p.52
Para crianças e jovens
Seis passagens pela poesia de Elias José: do mestre ao aprendiz.
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.62
Educação Integral
Atualmente, são muitos os significados assumidos pela Educação integral. O mais frequente está vinculado à ampliação do tempo de permanência do aluno na escola, contudo, não é só isso.
PONTO DE VISTA – p.68
Movimentos sociais e formação docente
As recentes mobilizações de docentes e estudantes parecem ter reavivado as relações entre educação e movimentos sociais.

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Janeiro – Fevereiro / 2017

Presença

ENTREVISTA – p.05
Uma educadora de muitos “fazimentos”
Entrevista com Jaqueline Moll. Seu campo de trabalho e pesquisa educacional tem ênfase na área de políticas públicas e práticas pedagógicas.
ARTIGOS
Língua estrangeira: estratégias de tradução no processo de ensino-aprendizagem – p.14
Através de várias estratégias, como os diversos tipos de tradução, o estudante poderá recriar e retroalimentar suas necessidades para avançar em sua aprendizagem.
Concepções de leitura – p.20
A compreensão do processo de ensino-aprendizagem das leitura fundamenta-se em diferentes concepções construídas ao longo do tempo. Cada uma dessas concepções pode contribuir para o estabelecimento de estratégia de leitura.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.26
Bordando territórios
Por meio de arpillera, uma técnica de bordado que faz parte da tradição chilena, alunos produziram uma colcha bordada por filhos de acampados, assentados da reforma agrária, trabalhadores rurais e quilombolas.
PRESENÇA INFANTIL – p.35
Roda de conversa: um espaço de desenvolvimento e aprendizagem
Ao usarem a fala para expressar suas ideias, emitir opiniões e pronunciar sua forma de ver o mundo, as crianças se desenvolvem na interação com o outro, tomam decisões com autonomia, resolvem conflitos e exercitam a prática da democracia.
REPORTAGEM – p.40
Currículo escolar: um território em disputa
A discussão em torno do que se estuda na escola não é algo novo. O currículo é uma construção social permeada por relações de poder, interesses políticos, religiosos e econômicos. Cabe ao docente incentivar o debate de forma democrática.
EDUCAR O OLHAR – p.46
Gerações em diálogo: cinema e produção audiovisual no ensino médio
Com o objetivo de retratar a escolas de ontem e de hoje, os alunos do ensino médio produziram o documentário Faces da escola.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.54
Shakespeare e os jovens leitores.
Para professores – p.60
Pedagogia da refazenda: uma outra escola, uma outra história.
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira
Desafios à implementação da lei.

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Março – Abril / 2016

presenca-pedagogica

ENTREVISTA – p.05
Soletrar com esperança
Entrevista com Francisca Maciel – Pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale).
ARTIGOS
Trabalhos de campo na educação geográfica – p.16
O trabalho vai muito além do ensino da geografia e começa antes de alunos e professores saírem a campo. Em sala de aula, decide-se coletivamente, o que será feito, como fotografar, filmar e gravar falas sempre com a autorização das pessoas. Todo esse processo é formativo e reflexivo.
Ensino religioso nas escolas públicas – p.22
Os temas religiosos não podem ultrapassar as fronteiras de uma educação laica, como garantido pela Constituição. No entanto, são frequentes os casos de proselitismo e de intolerância nas escolas. Algumas estratégias vêm sendo pensadas e debatidas para que as tensões provocadas pelo ensino religioso sejam minimizados.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.28
Química em cordel e teatro
Trabalho feito em uma escola do Pará com o 9º ano mostrou que a estrutura do átomo pode ser tema de cordel e de uma peça de teatro. O trabalho contribuiu para a formação do pensamento crítico, estimulou a criatividade e o protagonismo dos estudantes no processo de ensino-aprendizagem.
PRESENÇA INFANTIL – p.36
Desenho e imaginação
Importante para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, o desenho é uma atividade expressiva. Por meio dos grafismos, meninos e meninas registram o que pensam e sentem sobre o mundo a sua volta. É preciso compreender como ocorre o processo de desenvolvimento gráfico com as crianças pequenas e criar um planejamento para um trabalho global e integrado.
REPORTAGEM – p.42
Cresce a procura por escola publica
Mudança na Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional e crise econômica são alguns dos motivos que levaram muitas famílias a matricular os filhos nas redes públicas de ensino. A chegada dos novos alunos enriquece o ambiente escolar com diversidade social e pluralidade cultural.
EDUCAR O OLHAR – p.48
Cinema e sexualidade: o amor em outros sentidos
Como são representados os personagens homossexuais nos filmes? Esta é uma questão que merece um olhar reflexivo. Precisamos apresentar aos nossos alunos produtos culturais com uma visão mais inclusiva, democrática e afinada com os discursos dos movimentos sociais.
BIBLIOTECA PARA PROFESSORES – p.62
Da sensibilidade do olhar docente a potencia dos bebês
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.68
Literatura popular
PONTO DE VISTA – p.76
O sono na escola

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Novembro – Dezembro / 2015

CAPA – p.36
Brincar de pensar com crianças de 3 a 4 anos
Nós, os educadores de crianças de 3 a 4 anos, devemos estar conscientes de que realizamos um trabalho propedêutico. Agimos em nível estrutural, ajudando-as a formar sua base cognitiva, emocional e moral. Precisamos aprender com elas a atitude de intensa curiosidade e o desejo de aprender. Crianças são como girassóis buscando a luz do sol.
ENTREVISTA – p.05
“Educar é ampliar a experiência de cada aluno”
Elvira Souza Lima
ARTIGOS
Currículo e avaliação na modernidade líquida – p.14
A escola ainda insiste numa estrutura rígida, em descompasso com as demandas do mundo contemporâneo. Para o sociólogo Zygmunt Bauman, vivemos hoje em tempos líquidos, pois tudo parece fluído e efêmero. O conhecimento torna-se ultrapassado rapidamente. Uma coisa é certa: cabe a nós, educadores, preparar o aluno para viver criticamente nesse mundo saturado de informações.
Os manuscritos do livro Pedagogia do Oprimido – p.20
Professor Moacir Gadotti conta a trajetória dos manuscritos de Pedagogia do Oprimido, um livro imprescindível para os que desejam conhecer e vivenciar uma pedagogia de inspiração humanística.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.28
Escola num assentamento referência
A educação é uma área estratégica para o assentamento Terra Vista, na região sul da Bahia. A comunidade tem acesso a todas as etapas da educação básica.
REPORTAGEM – p.44
Educação indígena: diferenciada, intercultural e bilíngue
O direito dos povos indígenas a uma educação especifica e de qualidade é uma realidade em construção. O respaldo jurídico que garante essa especificidade e a formação dos professores indígenas em nível superior são algumas das conquistas. No entanto, há ainda muito por fazer. É preciso, por exemplo, produzir materiais didáticos para cada etnia, assegurar a autonomia da gestão da escola nas aldeias e criar um plano de carreira específico para os docentes indígenas.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Cinema na escola: a escolha de filmes para crianças
A Lei nº 13.006 torna obrigatória a exibição de filmes e audiovisuais de produção nacional nas escolas de educação básica.  Como escolher os filmes?
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Gênero
Quais as raízes do conceito de gênero? – Cristina D’Ávila Reis
PONTO DE VISTA – p.76
Base Nacional Comum Curricular
Uma das dimensões do que a nossa Constituição prevê, a competência privativa da União no estabelecimento das “diretrizes e bases da educação nacional”.

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Setembro – Outubro/2015

Presença Pedagógica

CAPA – p.05
Educação Matemática – Um professor cético, porém muito otimista
“Sonegar a energia criativa e o potencial de raciocínio dos alunos é uma forma de exclusão” – Antonio José Lopes
ARTIGOS
Letramento familiar e primeiras experiências literárias – p.14
Os familiares que compartilham com as crianças o amor pelo texto, sem dúvida, contribuem para a formação do leitor.
História da ciência em intervenções teatrais – p.20
A proposta é criar roteiros de teatro que estimulem a curiosidade e façam a plateia perceber que produzir ciência é uma das facetas do ser humano.
Estatuto da criança e do adolescente (ECA): educação e direitos humanos – p.28
A escola precisa incluir os direitos humanos em seu projeto político-pedagógico e nos planos de aula. Um dos nossos desafios é, pois, construir estratégias educativas para a efetivação do ECA.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.34
Juventudes: caminhos para a permanência no campo
Gilmar Vieira Freitas e Idalino Firmino dos Santos
PRESENÇA INFANTIL – p.42
Ateliê da luz
Com lâmpadas, lanternas, retroprojetores e bola de espelhos, crianças formulam e testam suas hipóteses sobre a luz e a sombra.
REPORTAGEM – p.48
Educação escolar quilombola
Um longo processo de lutas trouxe importantes conquistas para a população quilombola, porém, nas comunidades faltam infraestrutura, escolas e professores com formação específica.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Realidades em vídeos de jovens
Em Portugal, jovens moradores da periferia investiram em recursos fílmicos para contar uma história pautada pela realidade ali vivida.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.62
Joel Rufino dos Santos: o autor que fala ao coração de todos.
Para professores – p.66
“Conversa com professores” – livro de Newton Cesar Balzan
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Clima Escolar
Conceito que envolve as percepções, as atitudes, as crenças e os valores dos agentes escolares em relação ao ambiente específico para o desenvolvimento dos processos educativos.
PONTO DE VISTA – p.76
Palavras ou pedras?
Agressividade nas redes sociais e escola.

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Julho – Agosto/2015

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CAPA – p.32
Educação no campo: Escola Nova Canaã
Professores, estudantes e pessoas da comunidade uniram-se para elaborar uma proposta curricular que tem como referências os princípios e as proposições práticas da Educação do Campo. A escola dialoga com a realidade e considera que a educação vai além do espaço da sala de aula.
ENTREVISTA – p.05
Escola como espaço de reflexão
Isabel Alarcão
ARTIGOS
Gestão democrática para a qualidade social de educação – p.14
Angela Antunes
Grêmio estudantil – p.22
Aldimara Catarina Brito Delabona Boutin
Um olhar sobre o ensino da língua inglesa na escola pública – p.27
Flávius Almeida dos Anjos
PRESENÇA INFANTIL – p.40
Especificidades da coordenação pedagógica
Nas instituições de educação infantil, o coordenador pedagógico deve traçar as metas e objetivos que se pretende alcançar em relação ao cuidado e à educação das crianças pequenas.
REPORTAGEM – p.46
Blog: para ensinar e aprender
Com um grande potencial pedagógico, o blog estimula a interatividade, promove a socialização de saberes e contribui para a aprendizagem colaborativa.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Realismo Socialista
Movimento surgido na União Soviética buscava levar a arte aos trabalhadores. Com cores vibrantes e recursos da fotografia e do design gráfico, os cartazes foram um suporte muito utilizado. Apesar disso, esse movimento não é comtemplado nas aulas da educação básica e perdemos muito com isso.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.60
O que significa livros publicados há mais de quatro décadas ganharem um formato mais atraente e até capas dotadas de certo ludismo? Foi o que aconteceu com a coleção Vaga-Lume que completa 50 anos.
Para professores – p.66
Qual é seu imaginário sobre a África?
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.72
Coreografias de ensino
PONTO DE VISTA – p.76
Des anos de ProUni

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Maio – Junho/2015

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ENTREVISTA – p.05
Pelo estudo científico da gramática
Mário Perini
ARTIGOS
Ensino de matemática em turmas heterogêneas – p.14
O desnível de saberes prévios dos estudantes representa um desafio para o professor de matemática. – Glaucia Aparecida Vieira e Samira Zaidan
Currículo da escola e Ecopedagogia – p.24
A Ecopedagogia convida educadores e educandos a garantir a sustentabilidade de cada um de nossos atos cotidianos. – Paulo Roberto Padilha
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.32
Saberes matemáticos de uma comunidade quilombola
Práticas pedagógicas que trazem elementos da realidade para a sala de aula contribuem para tornar a aprendizagem atraente e significativa. – Edivaldo Ferreira Lopes e Mario de Souza Santana
PRESENÇA INFANTIL – p.40
Brincadeira livre na sala de aula de educação infantil
Brincadeira livre é aquela criada pela própria criança, que usa a imaginação para experimentar n ovas atividades e papéis, exercitando a capacidade de lidar com o inusitado. – Cláudia Barbosa e Tânia Ramos Fortuna
REPORTAGEM – p.46
Gestão democrática
A melhoria da qualidade do ensino para pelo envolvimento da comunidade na gestão escolar de forma democrática. – Marita Andrade
EDUCAR O OLHAR – p.52
Experiências formativas com cinema
Camila Borges dos Santos, Fabiane Raquel Canton, Marilene Leal Farenzena,  Tania Micheline Miorando e Valeska Fortes de Oliveira.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.56
Alice no país das maravilhas faz 150 anos. O livro inovou ao estruturar a narrativa a partir do ponto de vista infantil e ao mostrar humor e irreverência. – Cilza Bignotto
Para professores – p.64
Para entender a América Latina, livro de Eduardo Galeano. – Virgínia Castro
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Vera Lúcia Ferreira Alves de Brito
PONTO DE VISTA – p.76
Terceirização e educação
Maria das Graças de Oliveira

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Março – Abril/2015

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ENTREVISTA – p.05
Política pública construída pelo diálogo
Macaé Evaristo
ARTIGOS
Diversidade e preconceito – p.10
Sandra pereira Tosta
Educação cidadã como educação em direitos humanos – p.16
Moacir Gadotti
Professor estrategista e intelectual – p.24
Aleluia Heringer Lisboa Teixeira
Juventudes, contestação e radicalismo – p.30
Francisco André Silva Martins e Igor Thiago Moreira Oliveira
EDUCAÇÃO DO CAMPO – P.36
Formação continuada para alfabetizar na idade certa
Sabrina Garcez e Crystina Di Santo D’Andrea
PRESENÇA INFANTIL – p.42
Educar em tempo de novas mídias
Marisa Vorraber Costa
REPORTAGEM – p.48
Educação científica
Marita Andrade
EDUCAR O OLHAR – p.56
O cinema brasileiro chega à sala de aula
Ana Lúcia Azevedo, Inês A. de Castro Teixeira e Maria Jaqueline Grammont
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.64
Silvana Costa
Para professores – p.68
Francisco Valmir da Silva
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.72
Mobilidade social
João Valdir Alves de Souza
PONTO DE VISTA – p.78
EJA como política pública dos municípios
Claudio Gonçalves Guadalupe
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