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Presença Pedagógica

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Março – Abril / 2016

presenca-pedagogica

ENTREVISTA – p.05
Soletrar com esperança
Entrevista com Francisca Maciel – Pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale).
ARTIGOS
Trabalhos de campo na educação geográfica – p.16
O trabalho vai muito além do ensino da geografia e começa antes de alunos e professores saírem a campo. Em sala de aula, decide-se coletivamente, o que será feito, como fotografar, filmar e gravar falas sempre com a autorização das pessoas. Todo esse processo é formativo e reflexivo.
Ensino religioso nas escolas públicas – p.22
Os temas religiosos não podem ultrapassar as fronteiras de uma educação laica, como garantido pela Constituição. No entanto, são frequentes os casos de proselitismo e de intolerância nas escolas. Algumas estratégias vêm sendo pensadas e debatidas para que as tensões provocadas pelo ensino religioso sejam minimizados.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.28
Química em cordel e teatro
Trabalho feito em uma escola do Pará com o 9º ano mostrou que a estrutura do átomo pode ser tema de cordel e de uma peça de teatro. O trabalho contribuiu para a formação do pensamento crítico, estimulou a criatividade e o protagonismo dos estudantes no processo de ensino-aprendizagem.
PRESENÇA INFANTIL – p.36
Desenho e imaginação
Importante para o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças, o desenho é uma atividade expressiva. Por meio dos grafismos, meninos e meninas registram o que pensam e sentem sobre o mundo a sua volta. É preciso compreender como ocorre o processo de desenvolvimento gráfico com as crianças pequenas e criar um planejamento para um trabalho global e integrado.
REPORTAGEM – p.42
Cresce a procura por escola publica
Mudança na Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional e crise econômica são alguns dos motivos que levaram muitas famílias a matricular os filhos nas redes públicas de ensino. A chegada dos novos alunos enriquece o ambiente escolar com diversidade social e pluralidade cultural.
EDUCAR O OLHAR – p.48
Cinema e sexualidade: o amor em outros sentidos
Como são representados os personagens homossexuais nos filmes? Esta é uma questão que merece um olhar reflexivo. Precisamos apresentar aos nossos alunos produtos culturais com uma visão mais inclusiva, democrática e afinada com os discursos dos movimentos sociais.
BIBLIOTECA PARA PROFESSORES – p.62
Da sensibilidade do olhar docente a potencia dos bebês
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.68
Literatura popular
PONTO DE VISTA – p.76
O sono na escola

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Novembro – Dezembro / 2015

CAPA – p.36
Brincar de pensar com crianças de 3 a 4 anos
Nós, os educadores de crianças de 3 a 4 anos, devemos estar conscientes de que realizamos um trabalho propedêutico. Agimos em nível estrutural, ajudando-as a formar sua base cognitiva, emocional e moral. Precisamos aprender com elas a atitude de intensa curiosidade e o desejo de aprender. Crianças são como girassóis buscando a luz do sol.
ENTREVISTA – p.05
“Educar é ampliar a experiência de cada aluno”
Elvira Souza Lima
ARTIGOS
Currículo e avaliação na modernidade líquida – p.14
A escola ainda insiste numa estrutura rígida, em descompasso com as demandas do mundo contemporâneo. Para o sociólogo Zygmunt Bauman, vivemos hoje em tempos líquidos, pois tudo parece fluído e efêmero. O conhecimento torna-se ultrapassado rapidamente. Uma coisa é certa: cabe a nós, educadores, preparar o aluno para viver criticamente nesse mundo saturado de informações.
Os manuscritos do livro Pedagogia do Oprimido – p.20
Professor Moacir Gadotti conta a trajetória dos manuscritos de Pedagogia do Oprimido, um livro imprescindível para os que desejam conhecer e vivenciar uma pedagogia de inspiração humanística.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.28
Escola num assentamento referência
A educação é uma área estratégica para o assentamento Terra Vista, na região sul da Bahia. A comunidade tem acesso a todas as etapas da educação básica.
REPORTAGEM – p.44
Educação indígena: diferenciada, intercultural e bilíngue
O direito dos povos indígenas a uma educação especifica e de qualidade é uma realidade em construção. O respaldo jurídico que garante essa especificidade e a formação dos professores indígenas em nível superior são algumas das conquistas. No entanto, há ainda muito por fazer. É preciso, por exemplo, produzir materiais didáticos para cada etnia, assegurar a autonomia da gestão da escola nas aldeias e criar um plano de carreira específico para os docentes indígenas.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Cinema na escola: a escolha de filmes para crianças
A Lei nº 13.006 torna obrigatória a exibição de filmes e audiovisuais de produção nacional nas escolas de educação básica.  Como escolher os filmes?
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Gênero
Quais as raízes do conceito de gênero? – Cristina D’Ávila Reis
PONTO DE VISTA – p.76
Base Nacional Comum Curricular
Uma das dimensões do que a nossa Constituição prevê, a competência privativa da União no estabelecimento das “diretrizes e bases da educação nacional”.

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Setembro – Outubro/2015

Presença Pedagógica

CAPA – p.05
Educação Matemática – Um professor cético, porém muito otimista
“Sonegar a energia criativa e o potencial de raciocínio dos alunos é uma forma de exclusão” – Antonio José Lopes
ARTIGOS
Letramento familiar e primeiras experiências literárias – p.14
Os familiares que compartilham com as crianças o amor pelo texto, sem dúvida, contribuem para a formação do leitor.
História da ciência em intervenções teatrais – p.20
A proposta é criar roteiros de teatro que estimulem a curiosidade e façam a plateia perceber que produzir ciência é uma das facetas do ser humano.
Estatuto da criança e do adolescente (ECA): educação e direitos humanos – p.28
A escola precisa incluir os direitos humanos em seu projeto político-pedagógico e nos planos de aula. Um dos nossos desafios é, pois, construir estratégias educativas para a efetivação do ECA.
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.34
Juventudes: caminhos para a permanência no campo
Gilmar Vieira Freitas e Idalino Firmino dos Santos
PRESENÇA INFANTIL – p.42
Ateliê da luz
Com lâmpadas, lanternas, retroprojetores e bola de espelhos, crianças formulam e testam suas hipóteses sobre a luz e a sombra.
REPORTAGEM – p.48
Educação escolar quilombola
Um longo processo de lutas trouxe importantes conquistas para a população quilombola, porém, nas comunidades faltam infraestrutura, escolas e professores com formação específica.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Realidades em vídeos de jovens
Em Portugal, jovens moradores da periferia investiram em recursos fílmicos para contar uma história pautada pela realidade ali vivida.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.62
Joel Rufino dos Santos: o autor que fala ao coração de todos.
Para professores – p.66
“Conversa com professores” – livro de Newton Cesar Balzan
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Clima Escolar
Conceito que envolve as percepções, as atitudes, as crenças e os valores dos agentes escolares em relação ao ambiente específico para o desenvolvimento dos processos educativos.
PONTO DE VISTA – p.76
Palavras ou pedras?
Agressividade nas redes sociais e escola.

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Julho – Agosto/2015

CAPA.jpg

CAPA – p.32
Educação no campo: Escola Nova Canaã
Professores, estudantes e pessoas da comunidade uniram-se para elaborar uma proposta curricular que tem como referências os princípios e as proposições práticas da Educação do Campo. A escola dialoga com a realidade e considera que a educação vai além do espaço da sala de aula.
ENTREVISTA – p.05
Escola como espaço de reflexão
Isabel Alarcão
ARTIGOS
Gestão democrática para a qualidade social de educação – p.14
Angela Antunes
Grêmio estudantil – p.22
Aldimara Catarina Brito Delabona Boutin
Um olhar sobre o ensino da língua inglesa na escola pública – p.27
Flávius Almeida dos Anjos
PRESENÇA INFANTIL – p.40
Especificidades da coordenação pedagógica
Nas instituições de educação infantil, o coordenador pedagógico deve traçar as metas e objetivos que se pretende alcançar em relação ao cuidado e à educação das crianças pequenas.
REPORTAGEM – p.46
Blog: para ensinar e aprender
Com um grande potencial pedagógico, o blog estimula a interatividade, promove a socialização de saberes e contribui para a aprendizagem colaborativa.
EDUCAR O OLHAR – p.54
Realismo Socialista
Movimento surgido na União Soviética buscava levar a arte aos trabalhadores. Com cores vibrantes e recursos da fotografia e do design gráfico, os cartazes foram um suporte muito utilizado. Apesar disso, esse movimento não é comtemplado nas aulas da educação básica e perdemos muito com isso.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.60
O que significa livros publicados há mais de quatro décadas ganharem um formato mais atraente e até capas dotadas de certo ludismo? Foi o que aconteceu com a coleção Vaga-Lume que completa 50 anos.
Para professores – p.66
Qual é seu imaginário sobre a África?
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.72
Coreografias de ensino
PONTO DE VISTA – p.76
Des anos de ProUni

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Maio – Junho/2015

pre

ENTREVISTA – p.05
Pelo estudo científico da gramática
Mário Perini
ARTIGOS
Ensino de matemática em turmas heterogêneas – p.14
O desnível de saberes prévios dos estudantes representa um desafio para o professor de matemática. – Glaucia Aparecida Vieira e Samira Zaidan
Currículo da escola e Ecopedagogia – p.24
A Ecopedagogia convida educadores e educandos a garantir a sustentabilidade de cada um de nossos atos cotidianos. – Paulo Roberto Padilha
EDUCAÇÃO DO CAMPO – p.32
Saberes matemáticos de uma comunidade quilombola
Práticas pedagógicas que trazem elementos da realidade para a sala de aula contribuem para tornar a aprendizagem atraente e significativa. – Edivaldo Ferreira Lopes e Mario de Souza Santana
PRESENÇA INFANTIL – p.40
Brincadeira livre na sala de aula de educação infantil
Brincadeira livre é aquela criada pela própria criança, que usa a imaginação para experimentar n ovas atividades e papéis, exercitando a capacidade de lidar com o inusitado. – Cláudia Barbosa e Tânia Ramos Fortuna
REPORTAGEM – p.46
Gestão democrática
A melhoria da qualidade do ensino para pelo envolvimento da comunidade na gestão escolar de forma democrática. – Marita Andrade
EDUCAR O OLHAR – p.52
Experiências formativas com cinema
Camila Borges dos Santos, Fabiane Raquel Canton, Marilene Leal Farenzena,  Tania Micheline Miorando e Valeska Fortes de Oliveira.
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.56
Alice no país das maravilhas faz 150 anos. O livro inovou ao estruturar a narrativa a partir do ponto de vista infantil e ao mostrar humor e irreverência. – Cilza Bignotto
Para professores – p.64
Para entender a América Latina, livro de Eduardo Galeano. – Virgínia Castro
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.70
Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
Vera Lúcia Ferreira Alves de Brito
PONTO DE VISTA – p.76
Terceirização e educação
Maria das Graças de Oliveira

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Março – Abril/2015

pre

ENTREVISTA – p.05
Política pública construída pelo diálogo
Macaé Evaristo
ARTIGOS
Diversidade e preconceito – p.10
Sandra pereira Tosta
Educação cidadã como educação em direitos humanos – p.16
Moacir Gadotti
Professor estrategista e intelectual – p.24
Aleluia Heringer Lisboa Teixeira
Juventudes, contestação e radicalismo – p.30
Francisco André Silva Martins e Igor Thiago Moreira Oliveira
EDUCAÇÃO DO CAMPO – P.36
Formação continuada para alfabetizar na idade certa
Sabrina Garcez e Crystina Di Santo D’Andrea
PRESENÇA INFANTIL – p.42
Educar em tempo de novas mídias
Marisa Vorraber Costa
REPORTAGEM – p.48
Educação científica
Marita Andrade
EDUCAR O OLHAR – p.56
O cinema brasileiro chega à sala de aula
Ana Lúcia Azevedo, Inês A. de Castro Teixeira e Maria Jaqueline Grammont
BIBLIOTECA
Para crianças e jovens – p.64
Silvana Costa
Para professores – p.68
Francisco Valmir da Silva
DICIONÁRIO CRÍTICO DA EDUCAÇÃO – p.72
Mobilidade social
João Valdir Alves de Souza
PONTO DE VISTA – p.78
EJA como política pública dos municípios
Claudio Gonçalves Guadalupe
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